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    SONATA FANTASMA BANDEIRANTE Processo

    • Francisco Carlos
    • 19 OUTUBRO 19H
    • Biblioteca Parque Estadual

    Casas Bandeiristas

    Uma família paulista do século XVII, pai, mãe e filho adolescente habitam uma casa de taipa de pilão no povoado pobre e incipiente de São Paulo de Piratininga. É a família paulista na sua invenção e no seu teatro de memória bandeirante. O texto aborda a relação entre colonização e violência por meio do olhar do amazonense Francisco Carlos, dramaturgo e diretor teatral que vem trabalhando com o conflito entre o homem branco e o índio. Sonata Fantasma Bandeirante é um processo composto por 4 personagens. Um deles é um boneco manipulado através da técnica do Bunraku – representação teatral clássica japonesa. Os atores manipularão o boneco durante o decorrer do processo. As estéticas e linguagens do teatro Bunraku e do filme Hitler, um filme da Alemanha (expressionismo apocalíptico), de Syberberg, são referências para esse processo. Francisco Carlos assina a dramaturgia, a encenação e a direção artística do projeto.

    FICHA TÉCNICA

    Texto e Direção Francisco Carlos
    Elenco Alessandra Negrini, Álamo Facó e Daniel Faleiros
    Voz off Bete Coelho
    Direção de Arte Clissia Morais
    Bonequeiro-Escultor Virgílio Zago
    Coordenação de Figurino Napoleão Lacerda
    Direção de Som Kleber Nigro
    Iluminação Vilmar Olos
    Tratamento de Imagem Jô Fevereiro
    Direção de Produção Rosário Dmitruk

    SERVIÇO

    Biblioteca Parque Estadual
    Endereço: Avenida Presidente Vargas, 1261 – Centro
    Tel.: 2332-7225
    Capacidade: 152 lugares
    Dia 19 de outubro
    Horário: 19h
    Duração: 80 minutos
    Gratuito.