“Somos geralmente submetidos à teorias de história baseadas nos ‘grandes homens’. A ideia de que a história pode ser explicada pelo impacto de grandes homens – líderes, governantes, reis, heróis. Eu acho que é bom entender que a história é… [LEIA +]
Com texto e direção de Anna Karasińska, a performance explora o significado e as possibilidades de sermos “nós mesmos” em um mundo onde a identidade é definida, a todo momento, pelas narrativas – muitas vezes conflitantes – dos outros.
Adaptado do clássico de Bernard-Marie Koltés, “Na solidão dos campos de algodão” de Rychcik é um concerto musical ao vivo. Os atores são solistas desse concerto, acompanhados de vídeo-projeções e live club-trance pelo grupo Natural Born Chillers.
Primeiro espetáculo do recorte da cena polonesa trazido para esta edição do TEMPO_FESTIVAL (com uma única sessão nesta segunda, às 21h30, no Oi Futuro Flamengo), Pequena Narrativa parte de um episódio fundamentalmente íntimo, ainda que traga em si implicações mais… [LEIA +]
“Uma frase para minha mãe” é uma leitura/processo da próxima montagem de Ana Kfouri. Um convite ao público para transitar pela experiência da palavra, por uma fala que dá a ver sua força ética, estética, experimental.
Escrito por Patrick Pessoa, dirigido por Jörgen Tjon A Fong e estrelado pela atriz Mariana Nunes, o monólogo aborda a invisibilidade da mulher negra na sociedade brasileira.
Confira os links para a venda de ingressos online clicando aqui
TEMPO_FESTIVAL 2016 anuncia a sua programação – Confira os detalhes clicando aqui!
Monólogos de Gênero, uma coprodução Brasil-Holanda, é uma videoinstalação interativa da artista visual holandesa-uruguaia Diana Blok, que desafia nossos limites culturais e históricos acerca das identidades de gênero em seis quadros.
Um panorama de diferentes visões do tempo, através de artistas, público e de outras pessoas que ajudaram a fazer o festival.