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	<title>Instantâneo</title>
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	<description>Só mais um blog do Tempo Festival</description>
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		<title>PRISÃO CONJUGAL</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 15:34:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tempo Festival</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Takeshi Kitano]]></category>
		<category><![CDATA[Tehching Hsieh]]></category>
		<category><![CDATA[Wong Kar Wai]]></category>

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		<description><![CDATA[Nada de laços, nada de laços  &#8211; dizia Estragon em &#8220;Esperando Godot&#8221;, de Beckett. Ali instalava-se a situação oposta do que propõem alguns artistas: neste post exploramos o universo de Tehching Hsieh, Takeshi Kitano e Wong Kar Wai, três artistas asiáticos cujo ponto de encontro são os laços.

Tehching Hsieh, antes de mais nada, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nada de laços, nada de laços </em> &#8211; dizia Estragon em &#8220;Esperando Godot&#8221;, de Beckett. Ali instalava-se a situação oposta do que propõem alguns artistas: neste post exploramos o universo de Tehching Hsieh, Takeshi Kitano e Wong Kar Wai, três artistas asiáticos cujo ponto de encontro são os laços.<br />
<strong><br />
Tehching Hsieh</strong>, antes de mais nada, é um artista plástico taiwanês que baseia suas performances no próprio <strong>tempo de duração</strong> que elas terão. Seu site já diz tudo: <a href="http://www.one-year-performance.com/">One Year Performance</a> (Performance de Um Ano). Entre diversos trabalhos que lhe tomaram um ano de vida (e que culminaram numa recessão artística planejada de 13 anos, de 1986 a 1999) está a performance <strong>Art/Life</strong> na qual Tehching liga-se à artista Linda Montano com uma corda e &#8220;vive&#8221; esta experiência durante um ano. Como diz a introdução de <a href="http://www.communityarts.net/readingroom/archivefiles/2002/09/year_of_the_rop.php">sua entrevista</a>, não há ninguém que possa falar melhor da obra do que os dois artistas. E ele diz (em tradução livre): </p>
<p>&#8221; (&#8230;) A maior parte do meu trabalho trata das &#8220;lutas&#8221; da vida. (&#8230;) A ideia para esta obra veio dos problemas de comunicação entre as pessoas. Eu sinto que esta é sempre minha luta. Então quis fazer um trabalho sobre os humanos e a luta de viver com o outro. Estar amarrado a outra pessoa dá a ideia bem clara disso, pois para sobrevivermos estamos amarrados aos outros. Não podemos viver sozinhos, sem outras pessoas. Por sermos indivíduos, cada um tem sua própria ideia de algo que quer realizar. Mas estamos juntos. Então nos tornamos a jaula do outro. Brigamos porque todos querem se sentir livres. Não nos tocamos, e isso nos ajuda a estarmos conscientes que esta relação conecta os indivíduos, mas que indivíduos são independentes. (&#8230;)&#8221;</p>
<p><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/one-year-art-life-performance.jpg"><img src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/one-year-art-life-performance.jpg" alt="" title="one-year-art-life-performance" width="456" height="365" class="aligncenter size-full wp-image-364" /></a><br />
<em>Tehching Hsieh e Linda Montano em Nova Iorque, 1983-1984</em></p>
<p>A cena criada originalmente por Hsieh, reaparece poeticamente (apesar da obra original ser poética, ela carregava toda o conflito que aconteceu naturalmente entre os artistas) nos personagens de <strong>Dolls</strong>, filme de 2002 do diretor japonês <strong>Takeshi Kitano</strong>. No filme, Sawako e Matsumoto são um casal apaixonado, até que a família de Matsumoto o força a casar com outra mulher, enquanto seu amor tenta cometer suicído. A tentativa deixa Sawako em estado catatônico e o casal se liga através de uma corda enquanto vaga sem destino pelas incríveis paisagens do Japão.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8hU8YmP6sHk&amp;hl=en_US&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/8hU8YmP6sHk&amp;hl=en_US&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Em um campo mais situacional, o diretor chinês <strong>Wong Kar Wai</strong> conta a história de dois amantes que visitam as Cataratas do Iguaçu e decidem viver uma nova vida em Buenos Aires. O laço aqui vem na forma da língua e do afeto e repulsa que o casal desenvolve sob tais condições. Kar Wai também trancafia os personagens em um cortiço argentino e em cenas voyeurísticas da relação. O filme de 1997 se chama <strong>Felizes Juntos</strong>. O trailer, aqui abaixo:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/27k-KBkLwpA&amp;hl=en_US&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/27k-KBkLwpA&amp;hl=en_US&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		</item>
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		<title>A JORNADA SENTIMENTAL DE NOBUYOSHI ARAKI</title>
		<link>http://tempofestival.com.br/instantaneo/2010/07/19/sentimental-journey-a-jornada-fotografica-de-nobuyoshi-araki/</link>
		<comments>http://tempofestival.com.br/instantaneo/2010/07/19/sentimental-journey-a-jornada-fotografica-de-nobuyoshi-araki/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 04:56:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tempo Festival</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Bjork]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Nobuyoshi Araki]]></category>
		<category><![CDATA[Sentimental Journey]]></category>

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		<description><![CDATA[Gonna take a Sentimental Journey,
Gonna set my heart at ease.
Gonna make a Sentimental Journey,
 
to renew old memories.
Imagine um casamento onde o noivo, em homenagem àquela que será sua esposa, exibe imagens nuas de seu corpo em plena cerimônia matrimonial. Pais, irmãos, tias, avós, periquito, papagaio e, no telão, fotografias da noiva nua.
É assim que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=PUw125JMVFI" target="_blank">Gonna take a Sentimental Journey,</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=PUw125JMVFI" target="_blank">Gonna set my heart at ease.</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=PUw125JMVFI" target="_blank">Gonna make a Sentimental Journey,</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=PUw125JMVFI" target="_blank"> </a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=PUw125JMVFI" target="_blank">to renew old memories.</a></p>
<p>Imagine um casamento onde o noivo, em homenagem àquela que será sua esposa, exibe imagens nuas de seu corpo em plena cerimônia matrimonial. Pais, irmãos, tias, avós, periquito, papagaio e, no telão, fotografias da noiva nua.</p>
<p>É assim que se inicia a jornada do japonês <strong>Nobuyoshi Araki</strong> nos meandros da fotografia. Durante o seu casamento e a sua lua-de-mel, em 1971,  Araki registrou sua companheira Yoko em diversas situações, como na foto abaixo, onde ela está entre as camas desarrumadas do casal. O resultado destas fotos compõe <em><strong>Sentimental Journey</strong></em>, livro de fotografias que, para o próprio Araki, é também uma jornada fotográfica.<a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/sentimental-journeys1.JPG.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-344" title="sentimental-journeys1.JPG" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/sentimental-journeys1.JPG.jpeg" alt="" width="518" height="339" /></a></p>
<p>A jornada é sentimental e fotográfica, pois, mesmo que não tenham sido as primeiras fotos de Nobuyoshi Araki, trata-se de um momento em que ele se tornou marido e fotógrafo. A transformação dupla revela que, no percurso de Araki, amor e fotografia não se desgrudam. Para o fotógrafo japonês que publicou mais de 350 livros e já registrou divas da música como <strong>Bjork</strong> e <strong>Lady Gaga</strong>, <strong> fotografia é amor</strong> (e seus pares: sexo e morte).</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/lady-gaga-araki-vhj-561.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-359" title="lady-gaga-araki-vhj-56" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/lady-gaga-araki-vhj-561-234x300.jpg" alt="" width="234" height="300" /></a><br />
<a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/bjorkish_araki_24.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-347" title="bjorkish_araki_24" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/bjorkish_araki_24.jpg" alt="" width="341" height="283" /></a></p>
<p>Vejam a opinião do fotógrafo: &#8220;Sentimental Journey&#8217; is a declaration of my love, my position as a photographer. 1 am not saying that the photos are true just because they were taken on my honeymoon. 1 regard this work as my photographic beginning. 1 am a photographer in love, and it just happens that this coincides with the beginning of my Inovel.&#8217;</p>
<p>Quem conhece Araki, irá certamente desconfiar de sua opinião de que tirar fotos é um ato sentimental. Suas fotos mais conhecidas são de mulheres amarradas e prostitutas em ambientes eróticos e sadomasoquistas, em séries para as revistas <strong>Playboy</strong>, <strong>DejA-Vu</strong>, <strong>Erotic Housewives</strong>, e no livro <strong>Tokyo Lucky Hole</strong>, onde o japonês documenta a indústria de sexo do distrito Kabukicho, Shinjuku, Tokyo.</p>
<p><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/Araki02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-350" title="Araki02" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/Araki02.jpg" alt="" width="520" height="395" /></a></p>
<p>Bem, para o fotógrafo o amor se revela na fotografia como sexo e como morte. Ao comentar uma das mais belas fotos de Sentimental Journey, onde Yoko dorme no barco em posição fetal, Araki vê ali indícios de sua morte, que ocorreria em 1990, registrada pelo artista com <strong>Winter Journey</strong>.</p>
<p><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/7.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-351" title="7" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/7.jpg" alt="" width="450" height="304" /></a></p>
<p>Não é uma provocação, portanto. Para Araki, a fotografia é a sua memória. Seus fotodiários comprovam que, para o artista, a câmera é uma extensão do corpo. Cada fotografia é um dia e cada dia é um instante congelado entre o passado e o futuro, entre a possibilidade e a fatalidade. As fotografias datadas de Araki estruturam o tempo de sua trajetória, suas fotos são o seu romance.</p>
<p>Mais sobre Nobuyoshi Araki, no vídeo-depoimento do artista para a série <strong>Contacts: a renovação da fotografia contemporânea </strong>(disponível em dvd):</p>
<p><object width="560" height="340"><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340"></embed></object></p>
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		<title>O TEMPO EM JULHO: QUANTO DURA O AMOR?</title>
		<link>http://tempofestival.com.br/instantaneo/2010/07/06/o-tempo-em-julho-quanto-dura-o-amor/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 02:24:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tempo Festival</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Arrufos]]></category>
		<category><![CDATA[Cachaça ou Chocolate?]]></category>
		<category><![CDATA[David Puel]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo XIX de Teatro]]></category>
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		<category><![CDATA[Pupsam]]></category>
		<category><![CDATA[Thomas Libé]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem foi que disse que Junho é o mês do Amor? Aqui no site, Julho que é!

Inspirados no espetáculo Arrufos e na palestra Cachaça ou Chocolate?, ambos com a presença do diretor Luiz Fernando Marques e da atriz Janaína Leite, neste mês de Julho, o TEMPO CONTÍNUO indaga: Quanto dura o amor?
Dura para sempre? A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem foi que disse que Junho é o mês do Amor? Aqui no site, Julho que é!</p>
<p><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/quizas_quizas_pupsam.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-327" title="quizas_quizas_pupsam" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/quizas_quizas_pupsam.jpg" alt="" width="450" height="450" /></a></p>
<p>Inspirados no espetáculo <strong>Arrufos</strong> e na palestra <strong>Cachaça ou Chocolate?</strong>, ambos com a presença do diretor <strong>Luiz Fernando Marques</strong> e da atriz <strong>Janaína Leite</strong>, neste mês de Julho, o <strong>TEMPO CONTÍNUO</strong> indaga: <strong>Quanto dura o amor?</strong></p>
<p>Dura para sempre? A eternidade do momento? O tempo que estivermos dispostos a investir nele? O amor não dura, acontece?</p>
<p>Nenhuma pretensão de responder a esta pergunta, digamos, tão complexa. Na realidade, a proposta do site para este mês é revelar algumas das múltiplas abordagens do Amor. Assim, quem navegar por aqui terá acesso a músicas, vídeos, fotografias, textos e depoimentos que contemplem este tema tão íntimo e universal, esta coisa que é um sentimento e uma condição, um tempo e uma atmosfera.</p>
<p>Estamos dizendo &#8220;este mês&#8221;, pois, enquanto aguardamos a terceira edição do <strong>TEMPO_FESTIVAL</strong>, a cada mês, teremos no site um Festival de informações reunidas em torno de um tema. Em Julho, L&#8217;amour&#8230;</p>
<p>E para provar que não estamos de brincadeira, colocamos como pano de fundo do site o surpreendente <strong>Chronolove</strong>, trabalho da dupla francesa <strong>Pupsam</strong>  (<strong>David Puel</strong> &amp; <strong>Thomas Libé</strong>), que também assina a foto deste post. E ainda: a seguir a entrevista da atriz <strong>Juliana Sanches</strong>, do <strong>Grupo XIX de Teatro</strong>, sobre o processo de criação de Arrufos, espetáculo apresentado no <strong>2° TEMPO_FESTIVAL</strong> que tem como tema principal &#8230; o Amor! Inspire-se! Viva o amor!</p>
<p><object width="600" height="338"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=13127828&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ff0179&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="338" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=13127828&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ff0179&amp;fullscreen=1"></embed></object></p>
<p>E vem mais coisa por aí&#8230;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>NOTÍCIAS DE &#8220;OTRO&#8221; LUGAR</title>
		<link>http://tempofestival.com.br/instantaneo/2010/07/02/noticias-de-otro-lugar/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 22:21:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tempo Festival</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[2° TEMPO_FESTIVAL]]></category>
		<category><![CDATA[Coletivo Improviso]]></category>
		<category><![CDATA[Cristina Moura]]></category>
		<category><![CDATA[Enrique Diaz]]></category>
		<category><![CDATA[Kunsten]]></category>
		<category><![CDATA[OTRO]]></category>

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		<description><![CDATA[Há quase 3 meses atrás, antes mesmo do 2o. TEMPO acontecer, embarcavam para a Europa os atores de &#8220;Otro&#8221; com os diretores (e também performers) Enrique Diaz e Cristina Moura. De lá para cá o espetáculo pode ser visto no festival Kunsten, na Bélgica, e em tantos outros festivais pela Europa e no Japão.
Esta semana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há quase 3 meses atrás, antes mesmo do 2o. TEMPO acontecer, embarcavam para a Europa os atores de &#8220;Otro&#8221; com os diretores (e também performers) Enrique Diaz e Cristina Moura. De lá para cá o espetáculo pode ser visto no festival Kunsten, na Bélgica, e em tantos outros festivais pela Europa e no Japão.</p>
<p>Esta semana marca o retorno de todos para a cenário carioca, mas recebemos em primeira mão algumas notícias de lá, enviadas com carinho por Enrique. A começar pelas imagens &#8220;temporais&#8221; encontradas no percurso: um site belga com nosso vídeo, um banner de um &#8220;tempo team&#8221; europeu e a mensagem emocionada de uma fã, enviada para o facebook do Coletivo Improviso. (Todos aqui abaixo)</p>
<p><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/OTRO-TOUR-10-TEMPO-video.png"><img src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/OTRO-TOUR-10-TEMPO-video-300x249.png" alt="" title="OTRO TOUR &#39;10  TEMPO video" width="300" height="249" class="aligncenter size-medium wp-image-316" /></a></p>
<p><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/tempo-team.jpg"><img src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/tempo-team-300x132.jpg" alt="" title="tempo team" width="300" height="132" class="aligncenter size-medium wp-image-317" /></a></p>
<p><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/msg-facebook-OTRO.png"><img src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/07/msg-facebook-OTRO-300x136.png" alt="" title="msg facebook OTRO" width="300" height="136" class="aligncenter size-medium wp-image-318" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>DOCUMENTÁRIO-POST SOBRE &#8220;FESTA DA SEPARAÇÃO&#8221;</title>
		<link>http://tempofestival.com.br/instantaneo/2010/06/23/um-documentario-post-sobre-festa-da-separacao/</link>
		<comments>http://tempofestival.com.br/instantaneo/2010/06/23/um-documentario-post-sobre-festa-da-separacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 12:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tempo Festival</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Teixeira Pinto]]></category>
		<category><![CDATA[Festa da Separação]]></category>
		<category><![CDATA[Janaína Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Fernando Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Sophie Calle]]></category>

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		<description><![CDATA[
Após uma curta e elogiada temporada no Espaço SESC Copacabana, o documentário cênico Festa da Separação, dirigido por Luis Fernando Marques (integrante do Grupo XIX de Teatro), deu adeus esta semana ao público carioca. O espetáculo, que tem por argumento principal o rompimento do casal Janaína Leite (que é parceira de Marques no grupo XIX) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/Sleepers-Calle-1979.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-307" title="Sleepers Calle 1979" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/Sleepers-Calle-1979.jpg" alt="" width="398" height="572" /></a></p>
<p>Após uma curta e elogiada temporada no <strong>Espaço SESC Copacabana</strong>, o documentário cênico <strong>Festa da Separação</strong>, dirigido por <strong>Luis Fernando Marques</strong> (integrante do Grupo XIX de Teatro), deu adeus esta semana ao público carioca. O espetáculo, que tem por argumento principal o rompimento do casal<strong> Janaína Leite</strong> (que é parceira de Marques no grupo XIX) e <strong>Felipe Teixeira Pinto</strong>, além de emocionar as platéias por onde passa, traz um sofisticado entrelaçamento entre as linguagens do teatro e do documentário, este último associado fortemente à obras cinematográficas.</p>
<p>Isto porque o ex-casal aposta na indistinção entre realidade e ficção ao escolher como eixo narrativo a própria relação. Neste embaçamento de fronteiras, o compartilhamento de intimidades proposto em &#8220;Festa da Separação&#8221; remete a obras de outros artistas, em especial a francesa <strong>Sophie Calle</strong>, que, em trabalhos como <strong>Cuide de Você</strong> (que esteve em cartaz no <strong>MAM &#8211; Rio</strong> no início de 2010) e <strong>Double Blind </strong>(<strong>diário-road-íntimo-movie</strong> de Calle exibido na exposicão <strong>Meias Verdades</strong>, no <strong>Oi Futuro Flamengo</strong> em 2009), transforma a sua produção artística em formas de estar-no-mundo, em modos de superar e também discutir o vai-e-vem dos relacionamentos.</p>
<p>Assista abaixo a entrevista que o diretor do documentário cênico concedeu ao TEMPO_FESTIVAL. No vídeo, Marques fala um pouco sobre o processo de elaboração do espetáculo, as principais referências, a recepção do público e outras coisas mais. Para quem não quer se separar tão cedo deste espetáculo, vale a pena apostar no <em>affair.</em></p>
<p><object width="400" height="265"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12785283&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12785283&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="265"></embed></object>
<p><a href="http://vimeo.com/12785283">FESTA DA SEPARAÇÃO: o casamento entre Teatro e Documentário</a> from <a href="http://vimeo.com/tempofestival">Tempo Festival</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p><strong>EM TEMPO:</strong> Marques, Leite e Pinto participaram do 2 TEMPO_FESTIVAL. Os dois primeiros, além de apresentarem o espetáculo Arrufos, participaram junto com o terceiro, do debate Cachaça ou Chocolate?, sobre o espetáculo Festa da Separação. Clique <a href="http://tempofestival.com.br/simultaneo/tag/janaina-leite/" target="_blank">aqui</a> para ler sobre os eventos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>DOCE COMO UM CASAMENTO</title>
		<link>http://tempofestival.com.br/instantaneo/2010/06/14/doce-como-um-casamento/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 01:27:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tempo Festival</dc:creator>
				<category><![CDATA[Processo]]></category>
		<category><![CDATA[David La Rua]]></category>
		<category><![CDATA[DULCE]]></category>
		<category><![CDATA[Flavia Gusmão]]></category>
		<category><![CDATA[Gena Rowlands]]></category>
		<category><![CDATA[Ingmar Bergman]]></category>
		<category><![CDATA[John Cassavetes]]></category>
		<category><![CDATA[Martim Pedroso]]></category>
		<category><![CDATA[Michel Blois]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Gil]]></category>
		<category><![CDATA[Sarah Kane]]></category>
		<category><![CDATA[Thiare Maia]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes que os casados digam que estamos loucos, explicamos que na verdade a ironia faz parte do espetáculo &#8220;Dulce&#8221;, que nada mais é do que um nome próprio embora na tradução livre para o português traga significado paradoxal ao seu próprio tema: o casamento.
A peça, produzida e exibida pelo TEMPO_FESTIVAL das Artes, faz suas últimas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes que os casados digam que estamos loucos, explicamos que na verdade a ironia faz parte do espetáculo <strong>&#8220;Dulce&#8221;</strong>, que nada mais é do que um nome próprio embora na tradução livre para o português traga significado paradoxal ao seu próprio tema: o casamento.</p>
<p>A peça, produzida e exibida pelo <strong>TEMPO_FESTIVAL das Artes</strong>, faz suas últimas apresentações no Bar do<strong> Espaço SESC</strong>, nesta terça (15/06) e quarta (16/06) às 20h. Já exibimos por aqui <a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/2010/05/27/ola-mundo/" target="_blank">o histórico do espetáculo</a> &#8211; que passou pelos dois TEMPOS do Festival &#8211; mas é preciso embarcar no universo referencial do processo de criação dele para poder compreender sua construção da estrutura estética e dramatúrgica.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/Picture-1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-295" title="DULCE" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/Picture-1.png" alt="" width="480" height="359" /></a></p>
<p>Se você já assistiu a <strong>&#8220;Dulce&#8221;</strong>, as referências abaixo são boas para rever a construção do espetáculo, mas se ainda não foi, esse é o momento para ir munido das peças desse quebra-cabeça lusobrasileiro.</p>
<p>Para começar, há o denso drama de relações &#8211;  que foi utilizado como base estrutural do espetáculo &#8211; de <strong>&#8220;Cenas de um casamento&#8221;</strong>, de Ingmar Bergman, um verdadeiro tratado sobre o matrimônio ocidental, potencializado pela característica &#8220;onisciência&#8221; dos suecos. (legendas apenas em inglês, sorry)</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/OEWZCTQxBhA&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/OEWZCTQxBhA&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999"></embed></object></p>
<p>Se nessa vida uma coisa leva à outra, foi inevitável para os portugueses <strong>Nuno Gil</strong> e <strong>Flávia Gusmão</strong> incluírem como referência a peça <strong>&#8220;Seres Humanos&#8221;</strong>, do excelente <strong>Martim Pedroso</strong> &#8211; que conta com a participação do próprio Nuno Gil. Pedroso dissolve o &#8220;casamento&#8221; de Bergman em um jantar com vinhos e uma coleção de reações humanas, que pode ser visto em pequenas partes no vídeo de <strong>David La Rua</strong>:</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/PQxLYf_DzT0&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/PQxLYf_DzT0&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999"></embed></object></p>
<p>Ainda na trilha dos casados, <strong>John Cassavetes </strong>e<strong> Gena Rowlands</strong> serviram de inspiração com alguns trechos de <strong>&#8220;Faces&#8221;</strong>, filme dirigido por John em <strong>68 </strong>(e os anos 60 também são parte do processo criativo &#8211; reparem no cenário) e que traz, nessa cena, a simplicidade e riqueza num cinema que se confunde com vida real.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7BsmWI2cPdw&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/7BsmWI2cPdw&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999"></embed></object></p>
<p>Como referência dramatúrgica, <a href="http://skisnix.blogspot.com/2008/01/falta-sarah-kane.html" target="_blank">a declaração de amor que Sarah Kane insere em &#8220;Blasted&#8221;</a> &#8211; que a princípio é dirigida de um pedófilo para uma criança &#8211; aqui é declamada de uma esposa para seu marido. E acreditem, faz toda a diferença.</p>
<p>Ao final, se todo esse enlace parecer muito complexo, relaxem: as boas e velhas <a href="http://www.estudantes.com.br/humor/p3.asp" target="_blank">&#8220;piadas de português&#8221;</a> também fazem parte da trama. E se até isso não for o suficiente, lembrem que existem coisas de maior gravidade que um simples casamento, como os <a href="http://www.youtube.com/watch?v=VH0pNllKauY" target="_blank">buracos negros</a>, por exemplo. (Quem assistir ao espetáculo, saberá).</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Em tempo, temos ainda a <a href="http://tempofestival.com.br/simultaneo/2010/05/29/dulce-montagem-textual-tempo-espaco-e-registros-de-atuacao/" target="_blank">excelente resenha de Juliana Pamplona</a> e o <a href="http://tempofestival.com.br/simultaneo/2010/06/01/tempo_de-paz/" target="_blank">post-vídeo de Fabrício Belsoff</a> no <a href="http://tempofestival.com.br/simultaneo/" target="_blank">Simultâneo</a>.</p>
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		<title>OI TEMPO NA PRAÇA &#8211; OS SÉCULOS SE COMUNICAM POR E-MAIL</title>
		<link>http://tempofestival.com.br/instantaneo/2010/06/11/oi-tempo-na-praca-os-seculos-se-comunicam-por-e-mail/</link>
		<comments>http://tempofestival.com.br/instantaneo/2010/06/11/oi-tempo-na-praca-os-seculos-se-comunicam-por-e-mail/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 04:39:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tempo Festival</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[2° TEMPO_FESTIVAL]]></category>
		<category><![CDATA[Leila Hipólito]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo Bilac]]></category>
		<category><![CDATA[século XIX]]></category>

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		<description><![CDATA[Abaixo, registros das trocas de e-mails entre os artistas que instauraram o século XIX em meio ao século XXI da Praça General Osório, no dia 05 de junho de 2010. Poesias, fotografias, memórias e relatos:

 
 
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; Mensagem encaminhada &#8212;&#8212;&#8212;-
De: leila hipolito
Data: 8 de junho de 2010 08:21
Assunto: Evento do TEMPO‏
Para: Bia Junqueira
Re: Evento do TEMPO‏
De:         Pedro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Abaixo, registros das trocas de e-mails entre os artistas que instauraram o <strong>século XIX</strong> em meio ao século XXI da <strong>Praça General Osório</strong>, no dia 05 de junho de 2010. Poesias, fotografias, memórias e relatos:</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/32031_398594551044_179085891044_4353474_632616_n.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-287" title="32031_398594551044_179085891044_4353474_632616_n" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/32031_398594551044_179085891044_4353474_632616_n.jpg" alt="" width="504" height="337" /></a></p>
<p> </p>
<p style="text-align: center"> </p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; Mensagem encaminhada &#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><strong>De:</strong> <strong>leila hipolito</strong></p>
<p><strong>Data:</strong> 8 de junho de 2010 08:21</p>
<p><strong>Assunto: Evento do TEMPO‏</strong></p>
<p><strong>Para:</strong> Bia Junqueira</p>
<p><strong>Re:</strong> Evento do TEMPO‏</p>
<p><strong>De:</strong>         Pedro Lago</p>
<p><strong>Enviada:         </strong>domingo, 6 de junho de 2010 21:45:16</p>
<p><strong>Para:</strong>         Bárbara Abi-Rihan</p>
<p><strong>Cc:         </strong>Manu Berardo; MacDowell; Susanna Kruger; Diana Cataldo; Damu Shiva; Fernanda Motta ; Daniela Carioca; Ana Barbosa; Rafael Pereira do Rego; Júlia Nodari; Luana Rodrigues; leila hipolito; Marina França</p>
<p><em>Inebriado pelo elixir indizível </em></p>
<p><em>daquela tarde, subiu o poeta </em></p>
<p><em>na fonte seca para dizer</em></p>
<p><em>aquilo que lhe aprazia.</em></p>
<p><em>E ao postar-se firme, </em></p>
<p><em>urdido de palavras doces, </em></p>
<p><em>no momento extático da </em></p>
<p><em>livre sustentação, </em></p>
<p><em>foi surpreendido por</em></p>
<p><em>uma pequena lágrima.</em></p>
<p><em>Então, sem nada dizer, </em></p>
<p><em>respirou profundamente,</em></p>
<p><em>olhou para as pessoas </em></p>
<p><em>ali presentes, e soube,</em></p>
<p><em>sem hesitar,  que tudo</em></p>
<p><em>se tratava de amor.</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p>Pedro Lago </p>
<p>(com o pensamento em Olavo Bilac)</p>
<p><strong>Em 6 de junho de 2010 15:29, Bárbara Abi-Rihan escreveu:</strong></p>
<p>Eu tenho um moonte, gata! Inclusive eu tenhos algumas fotos que eu acho que todo mundo vai querer! Vou criar um album no picasa e mando o link pra galera!</p>
<p>Beijos,</p>
<p>Zeca, o pequeno jornaleiro mais velho, mais inteligente, mais rápido e melhor dançarino.</p>
<p><strong>De:</strong> Manu Berardo</p>
<p><strong>Para:</strong> Bárbara Abi-Rihan</p>
<p><strong>Cc:</strong> Samuel MacDowell; Susanna Kruger; Diana Cataldo; Damu Shiva; Fernanda Motta ; Pedro Lago; Daniela Carioca ; Ana Barbosa ; Rafael Pereira do Rego ; Júlia Nodari ; Luana Rodrigues ; leila hipolito ;  Marina França</p>
<p><strong>Enviadas:</strong> Domingo, 6 de Junho de 2010 15:14:22</p>
<p><strong>Assunto:</strong> Re: Evento do TEMPO</p>
<p>Quem tiver fotos dos pequenos jornaleiros manda please!</p>
<p>bjs.</p>
<p>Maurinho, o pequeno jornaleiro campeão na bolinha de gude e o MAIS adorado das meninas.</p>
<p>(P.S.  Bárbara mto bom trabalhar com vc, adorei!)</p>
<p><strong>Em 6 de junho de 2010 14:39, Bárbara Abi-Rihan escreveu:</strong></p>
<p>É sempre ótimo, Su! Vc só nos coloca nas boas!!</p>
<p>É sempre gostoso rever esse povo também. Vc inclusive!</p>
<p>Beijos e mais beijos,</p>
<p>Zeca, o pequeno jornaleiro mais velho e mais inteligente.</p>
<p><strong>De:</strong> Samuel MacDowell</p>
<p><strong>Para:</strong> Susanna Kruger</p>
<p><strong>Cc:</strong> Bárbara Abi-Rihan; Manu Berardo; Cataldo ; Damu Shiva ;Motta ; Pedro Lago ; Daniela Carioca ; Ana Barbosa ; Rafael Pereira do Rego ; Júlia Nodari ; Luana Rodrigues ; leila hipolito ; França</p>
<p><strong>Enviadas:</strong> Sábado, 5 de Junho de 2010 21:13:58</p>
<p><strong>Assunto:</strong> Re: Evento do TEMPO</p>
<p>Que nada, Su!</p>
<p>Foi muito divertido, adorei ter feito esse trabalho.</p>
<p>Havia muitos loucos  que me serviram de objeto para estudos naquele local.</p>
<p>Grato,</p>
<p>Simão Bacamarte.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>OI TEMPO NA PRAÇA &#8211;  ENTREVISTA COM LEILA HIPÓLITO E FELIPE ARGOLLO</title>
		<link>http://tempofestival.com.br/instantaneo/2010/06/09/oi-tempo-na-praca-entrevista-com-leila-hipolito-e-felipe-argollo/</link>
		<comments>http://tempofestival.com.br/instantaneo/2010/06/09/oi-tempo-na-praca-entrevista-com-leila-hipolito-e-felipe-argollo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 15:16:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tempo Festival</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Companhia de Mysterios]]></category>
		<category><![CDATA[Domingo Sangrento]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Argollo]]></category>
		<category><![CDATA[Gilberto Gawronski]]></category>
		<category><![CDATA[Hélio Oiticica]]></category>
		<category><![CDATA[Leila Hipólito]]></category>
		<category><![CDATA[Machado de Assis]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo Bilac]]></category>
		<category><![CDATA[Osvald de Andrade]]></category>

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		<description><![CDATA[O TEMPO_FESTIVAL entrevistou Leila Hipólito e Felipe Argollo, diretora e produtor da intervenção urbana que revisitou os séculos XIX e XX no Oi TEMPO na praça. Enquanto Hipólito tematiza as inovações do século XIX em diversos campos do saber (relacionando-as ao novo século), Argollo focaliza o desbunde cultural dos anos 60 e 70.  Boa Leitura!


TEMPO: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O<strong> TEMPO_FESTIVAL</strong> entrevistou <strong>Leila Hipólito</strong> e <strong>Felipe Argollo</strong>, diretora e produtor da intervenção urbana que revisitou os séculos XIX e XX no Oi TEMPO na praça. Enquanto Hipólito tematiza as inovações do século XIX em diversos campos do saber (relacionando-as ao novo século), Argollo focaliza o desbunde cultural dos anos 60 e 70.  Boa Leitura!</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/32031_398594611044_179085891044_4353483_3249086_n.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-278" title="32031_398594611044_179085891044_4353483_3249086_n" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/32031_398594611044_179085891044_4353483_3249086_n.jpg" alt="" width="504" height="337" /></a><br />
</strong></p>
<p><strong>TEMPO:</strong> Como foi a escolha dos marcos históricos a serem representados? Qual foi o embasamento conceitual da performance?</p>
<p><strong>LEILA HIPÓLITO</strong>: O final do século XIX foi marcado por expressivas mudanças políticas, sociais  culturais.  Grandes invenções científicas que marcaram o século XX, como as máquinas de voar, a luz elétrica, o telefone, a fotografia, o cinema e o carro a combustão interna foram inventados na segunda metade deste século.  Ao mesmo tempo a revolução industrial havia remodelado a sociedade, com a ascensão da burguesia e do capitalismo. O mundo viu o fim de muitos impérios e reinos, que deram lugar à democracias.  A arte acompanhou essa efervescência.</p>
<p>No evento na Praça procuramos não só retratar um pouco da Ipanema da virada do século XIX para o XX, como também retratar alguns personagens e momentos que fizeram parte desse novo país que surgiu durante o século XIX. Queríamos gerar um clima, fazer-se sentir um perfume da energia e vibração que aquela época emanava. Por exemplo, a abolição da escravidão estava representada pela vendedora de camélias (além de descrita em matéria da <strong>Revista Ilustrada</strong> da época no jornal que publicamos).  As <strong>camélias</strong> eram um simbolo abolicionista, pois a<strong> Princesa Isabel</strong> que fazia parte deste movimento protegia o quilombo do <strong>Leblon</strong>, onde se plantavam camélias.<br />
A <strong>Revolta da Chibata</strong>, magnificamente encenada pela <strong>Companhia de Mysterios</strong>, mostrou a insatisfação dos marinhos brasileiros que eram castigados no tronco, mesmo depois da abolição.  Os revoltosos se inspiraram na revolta <strong>Domingo Sangrento</strong> que aconteceu na<strong> Rússia</strong>.  E tudo foi narrado por um espectador, <strong>Osvald de Andrade</strong>, que testemunhou o ataque do navio Minas Gerais à então capital do Rio de Janeiro.<br />
A experiência para o público deveria não ser só nas apresentações maiores, como também vivenciar de perto acontecimentos e personagens, como se lá estivessem. Por isso muitas micro cenas aconteciam por onde todo o elenco passava, já que eles estavam em cena o tempo todo e espalhados pela praça.  Podia-se ouvir a insatisfação de moças feministas, que lutavam pelo direito ao voto das mulheres no Brasil, ou o<strong> Barão de Ipanema</strong> e seu sócio, projetando o novo bairro, ou ainda, personagens de<strong> Machado de Assis</strong> que circulavam pela praça (<strong>Capitu</strong>, procurava por Machado de Assis e Simão<strong> Bacamarte</strong> dava &#8211; ou não dava &#8211; atestados de sanidades para aqueles que examinava).  Os históricos pequenos jornaleiros anunciavam as notícias importantes e curiosas do final do séc. XIX e se divertiam com as pessoas da praça.<br />
Os poetas deram um show a parte. <strong>Olavo Bilac </strong>anunciou ter terminado a letra do Hino da Bandeira, e toda a praça cantou junto.  Uma emoção só.  E o sarau continuou com Bilac, <strong>Francisca Júlia</strong>,  <strong>Gilka Machado</strong>, <strong>Raquel Agostini</strong> e <strong>Nair de Teffé</strong>.<br />
O <strong>circo </strong>da época, com a pirâmides humanas, monociclo,  malabares e contorcionismo encantaou adultos e crianças, assim como o encontro musical entre <strong>Chiquinha Gonzaga</strong>, <strong>Ernesto Nazaré</strong> e <strong>João Pernambuco</strong>.  Eles tocaram suas composições, entre eles <strong>Abre Alas</strong> e <strong>Forrobodó</strong>.<br />
Anunciando os acontecimentos marcantes e curiosos e os personagens do sec XIX representados no evento,  os pequenos Jornaleiros, emblemáticas personagens da história carioca, anunciavam e vendiam o lindo jornal da época produzido para o evento.<br />
<strong> FELIPE ARGOLLO: </strong>A escolha central da proposta foi representar a <strong>década de 70</strong> e suas maiores representações dentro do bairro de Ipanema. <strong>Gilberto Gawronski </strong>quis mostrar o desbunde da época e referências que até hoje fazem parte de um dos bairros mais tradicionais do Rio de Janeiro. A representação da <strong>banda de Ipanema</strong>, o <strong>Teatro Ipanema</strong>, a <strong>moda pier</strong> e os <strong>parangolés </strong>de <strong>Hélio Oiticica</strong> foram o pano de fundo para mostrar a liberdade e questionamentos de uma geração.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/oi-tempo-05-jun-10-_DMV9424-web1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-279" title="tempo_festival 2010" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/oi-tempo-05-jun-10-_DMV9424-web1-679x1024.jpg" alt="" width="475" height="717" /></a></p>
<p><strong>TEMPO:</strong> Como foi o processo de criação e desenvolvimento da performance? (Escolhas &#8220;dramatúrgicas&#8221;, encontro e trabalho com os atores, etc.)<br />
<strong> FELIPE ARGOLLO</strong>: O processo se deu em visitas nas tradicionais escolas de artes dramáticas e dança da cidade. A adesão dos artistas em formação foi fundamental para a realização da proposta. Tivemos como parceria escolas como: <strong>CAL</strong> , <strong>UniverCidade</strong>, <strong>Martins Penna</strong>, <strong>Angel Vianna </strong>e <strong>Tijuca Tênis Clube </strong>. As escolas abriram as portas e permitiram encontros e ensaios nas propias instituições, o que foi fundamental para a realização da proposta.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/tempo-na-praça-05-06-2010-31.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-280" title="tempo na praça 05-06-2010 (3)" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/tempo-na-praça-05-06-2010-31-681x1024.jpg" alt="" width="477" height="717" /></a></p>
<p><strong>LEILA HIPÓLITO:</strong> Foram vários grupos e indivíduos, e consequentemente muitos processos diferentes.  Em alguns casos, haviam conversas com a direção dos grupos para se definir o conteúdo e contexto de atuação do grupo.  Em outros, havia uma orientação mais específica para cada personagem.  Também foi passado um texto geral sobre temas da história do período e de Ipanema, com algumas referências, e sugestão de estudo para diálogos. Todos se envolveram muito e pesquisaram bastantes. Foi um trabalho bem minucioso e coletivo, para que cada artista que estivesse em cena vivenciasse aquela experiência o mais plenamente possível.</p>
<p><strong>TEMPO:</strong>  Qual foi o resultado obtido?<br />
<strong> LEILA HIPÓLITO:</strong> O resultado foi incrível!  O público se envolveu completamente no clima. A produção viabilizou uma estrutura muito bem montada para que a sensação da época fosse passada e fez com que o rico figurino do período construísse as personagens necessárias. Os atores foram magníficos, totalmente comprometidos com seus personagens.  Isto propiciou ao público um deslocamento no tempo, e intensificou a experiência.</p>
<p><strong>FELIPE ARGOLLO:</strong> Infelizmente o mau tempo que se instalou no dia do evento prejudicou o roteiro que seria seguido. Mas ao mesmo tempo que não aconteceu da maneira prevista, os participantes, <strong>80</strong> pessoas, se comprometeram com a proposta e se entregaram com toda a força para a realização. A proposta final seria apenas um teaser realizado dentro das instalações do OI Ipanema. Mas a vontade e o espírito dos anos 70 fizeram os 80 participantes invadirem a praça General Osório, com toda a força, garra, paz e amor e ocuparam o chafariz de forma mágica e contagiante que só os anos 70 pode ter. No final das contas, mesmo com os imprevistos, o séc XX foi muito bem representado e a proposta do tempo na praça foi atingida. Contagiamos as pessoas que estavam em volta e mobilizamos profissionais em formação realizando uma grande intervenção na praça.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/oi-tempo-05-jun-10-_DMV9398-web.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-281" title="tempo_festival 2010" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/oi-tempo-05-jun-10-_DMV9398-web-1024x679.jpg" alt="" width="430" height="285" /></a></p>
<p><strong>TEMPO:</strong> Qual a participação das escolas e como se pode relacionar a experiência dos jovens atores de hoje com a performance criada a partir da juventude do século XXI (mais especificamente dos anos 60)?<br />
<strong> FELIPE ARGOLLO:</strong> Na minha opinião, como artista realizador, a participação dos alunos em formação das escolas artísticas da cidade serve para mostrar que o movimento da arte de rua é valido é pode ser realizado. A movimentação de um grupo de oitenta estudantes, de escolas diferentes, juntos em um mesmo projeto, só me faz acreditar que que arte só se faz em coletivo.<br />
Pelo que pesquisei, e pelas referências do teatro da época, o coletivo era a maior arma dos artistas da quela geração. Isso foi esquecido por nos no séc XX com o pensamento cada vez mais individual e intimista. Temos que  movimentar a cidade e proporcionar arte contestadora e atual!! A liberdade de expressão e a movimentação politica da geração de 70 devem ser exemplo de luta e de movimentação artística para a nossa geração.</p>
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		<title>OI TEMPO NA PRAÇA &#8211; UM VOLUME IMENSO DE ARTE</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 15:40:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tempo Festival</dc:creator>
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		<category><![CDATA[2° TEMPO_FESTIVAL]]></category>
		<category><![CDATA[Heleno Bernardi]]></category>
		<category><![CDATA[Oi na Praça]]></category>

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		<description><![CDATA[A intervenção Oi TEMPO na praça, que ocupou a praça General Osório no último sábado (cinco de junho), transformou o local em um espaço multicultural. 
A obra de Heleno Bernardi,  Rotas, uma mesa de ping-pong singular, cuja estrutura é formada a partir da junção de 8 mesas de ping-pong, garantiu a diversão de quem passava pela histórica praça de Ipanema.

Um dos aspectos mais interessantes do trabalho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A intervenção<strong> Oi TEMPO na praça</strong>, que ocupou a praça <strong>General Osório</strong> no último sábado (cinco de junho), transformou o local em um espaço multicultural. </p>
<p>A obra de <strong>Heleno Bernardi,</strong>  <strong>Rotas</strong>, uma mesa de ping-pong singular, cuja estrutura é formada a partir da junção de 8 mesas de ping-pong, garantiu a diversão de quem passava pela histórica praça de Ipanema.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/oi-tempo-05-jun-10-_DMV9264-web.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-266" title="tempo_festival 2010" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/oi-tempo-05-jun-10-_DMV9264-web-1024x679.jpg" alt="" width="368" height="244" /></a></p>
<p>Um dos aspectos mais interessantes do trabalho de Bernardi é a ampliação das possibilidades de direcionamento e de interação. Isto porque, em um jogo normal de tênis de mesa, as regras são bem definidas: há um confronto entre dois jogadores (ou, no máximo, duas duplas de jogadores) que, estando cada um em seu lado da mesa, devem disputar o melhor desempenho no manejo com a raquete e a bola.</p>
<p><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/oi-tempo-05-jun-10-_DMV9272-web.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-267" title="tempo_festival 2010" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/oi-tempo-05-jun-10-_DMV9272-web-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Em Rotas, Bernardi liberta o jogo de suas convenções, na medida em que, ao justapor várias mesas de ping-pong, cria vários lados de intervenção, criando partidas descentralizadas e simultâneas, com não apenas dois (ou quatro) jogadores, mas dezenas deles.</p>
<p><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/oi-tempo-05-jun-10-_DMV9278-web.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-268" title="tempo_festival 2010" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/oi-tempo-05-jun-10-_DMV9278-web-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>No Oi TEMPO na praça, <strong>50 raquetes</strong> e <strong>3.000 bolinhas</strong> de ping-pong ficaram disponíveis ao público, que se divertiu bastante com a obra, reforçando a sua condição relacional. </p>
<p>Além das 50 raquetes e das 3.000 bolinhas, o Oi TEMPO na praça mobilizou uma quantidade enorme de artistas e também de material de produção. Veja abaixo os números do evento:</p>
<p><strong>2</strong> palcos<br />
<strong>1</strong> balão de <strong>10</strong> m<br />
<strong>18</strong> horas de montagem<br />
<strong>260</strong> artistas<br />
equipe de <strong>60 </strong>pessoas entre produtores, camareiras, contra-regras, carregadores etc&#8230;<br />
<strong>180</strong> figurinos<br />
<strong>3</strong> camarins ao redor da praça<br />
<strong>100</strong> metros de lona preta<br />
<strong>120</strong> m de elástico<br />
<strong>250</strong> flores distribuídas<br />
<strong>400</strong> refeições servidas<br />
<strong>60</strong> luminárias japonesas</p>
<p>Para saber mais sobre Heleno Bernardi, clique <a href="http://enquantofalo.blogspot.com/" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>OI TEMPO NA PRAÇA &#8211; CRUZAMENTO HISTÓRICO E MOBILIZAÇÃO CULTURAL</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 22:27:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tempo Festival</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[Cecile Ribas]]></category>
		<category><![CDATA[Fafá Branco]]></category>
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		<category><![CDATA[Oi na Praça]]></category>
		<category><![CDATA[Performance]]></category>
		<category><![CDATA[Praça General Osório]]></category>
		<category><![CDATA[Sienta la Cabeza]]></category>
		<category><![CDATA[Stefan Thienhaus]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Martins Pena]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Veiga de Almeida]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste sábado, a praça General Osório recebeu a visita de Barão de Ipanema, Chiquinha Gonzaga, Leila Diniz, Olavo Bilac, Rubens Correa, entre outras personalidades marcantes da história do Bairro.

O ponto de partida foi o século XIX, com direção de Leila Hipólito, onde foi possível reviver momentos especiais de Ipanema: Barão de Ipanema e seus sócios perambulavam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste sábado, a praça <strong>General Osório</strong> recebeu a visita de Barão de Ipanema, Chiquinha Gonzaga,<strong> Leila Diniz</strong>, Olavo Bilac, Rubens Correa, entre outras personalidades marcantes da história do Bairro.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/oi-tempo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-253" title="oi tempo" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/oi-tempo.jpg" alt="" width="432" height="324" /></a></p>
<p>O ponto de partida foi o século XIX, com direção de <strong>Leila Hipólito</strong>, onde foi possível reviver momentos especiais de Ipanema: <strong>Barão de Ipanema</strong> e seus sócios perambulavam pela praça, planejando o novo bairro; Pequenos jornaleiros anunciavam as notícias transformadoras de um jovem país; os músicos <strong>Chiquinha Gonzaga</strong>, <strong>Ernesto Nazaré</strong> e<strong> João Pernambuco</strong> passeavam canções; <strong>Olavo Bilac </strong>e seus companheiros versavam sobre o século; Os marinheiros da<strong> Revolta da Chibata</strong> nadavam com pernas de pau, dentre outras personalidades históricas do século.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/oi-tempo-05-jun-10-_DMV9424-web.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-254" title="tempo_festival 2010" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/oi-tempo-05-jun-10-_DMV9424-web-679x1024.jpg" alt="" width="475" height="717" /></a></p>
<p>O século XX surgiu com muita paz e amor, no tom hippie dos anos 70. Jovens atores e atrizes das escolas de <strong>Teatro Martins Pena</strong>, <strong>CAL, UniverCidade</strong> e <strong>Universidade Veiga de Almeida</strong>, sob a direção de <strong>Gilberto Gawronski</strong>. Eles reviveram a histórica montagem <em><strong>Hoje É Dia de Rock</strong></em>, com dramaturgia de <strong>Zé Vicente</strong>, direção de <strong>Rubens Correa</strong> e coreografia de <strong>Klaus Vianna</strong>. Considerado  o espetáculo mais importante de 1971, <em>Hoje É Dia de Rock </em>permaneceu em cartaz até 1973 e se tornou um fenômeno de público raro na história do teatro brasileiro. Desde o processo de construção, que trabalha com a sensibilização coletiva, passando pela interpretação, que permite ao ator tocar o espectador, até a distribuição espacial do espetáculo, que invade a platéia, <em>Hoje É Dia de Rock</em> transformou o <a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_teatro/index.cfm?fuseaction=cias_biografia&amp;cd_verbete=650">Teatro Ipanema</a> em um altar de celebração.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/oi-tempo2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-255" title="oi tempo2" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/oi-tempo2.jpg" alt="" width="432" height="324" /></a></p>
<p>A praça também transformou em reduto de animais em extinção, trabalho do artista plástico alemão <strong>Stefan Thienhaus. <span style="font-weight: normal">As indumentárias foram incorporadas por atores em performances que divertiram a garotada e os adultos também!</span></strong></p>
<p style="text-align: center"><strong><span style="font-weight: normal"><a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/oi-tempo-05-jun-10-_DMV9436-web.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-256" title="tempo_festival 2010" src="http://tempofestival.com.br/instantaneo/files/2010/06/oi-tempo-05-jun-10-_DMV9436-web-679x1024.jpg" alt="" width="366" height="553" /></a><br />
</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal">O Show do grupo espanhol </span><strong>Sienta la Cabeza</strong>,</strong> fez a cabeça de muita gente! O grupo, formado pela brasileira <strong>Fafá Branco, </strong>pelo londrino<strong> Nick Prescott (o DJ Mercúrio) </strong>e pela espanhola <strong>Cecile Ribas </strong>transformou o visual do público, através de penteados mais do que originais, em performances que misturaram cores, sons e fantasia.</p>
<p>Todas essas intervenções foram trabalhadas de maneira simultânea, fato que permitiu ao público de Ipanema na cidade do Rio de Janeiro reviver importantes momentos da história brasileira.</p>
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