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	<title>TEMPO_FESTIVAL</title>
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		<title>BANCO DE TEMPO</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 15:06:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O TEMPO_CONTÍNUO foi à exposição &#8216;Banco de Tempo&#8217;, no Museu da República, e entrevistou as artistas Isabel Löfgren e Patrícia Gouvêa, convidadas especialmente para intervir neste espaço público.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<iframe src='http://player.vimeo.com/video/36966029?title=1&amp;byline=1&amp;portrait=1' width='593' height='445' frameborder='0'></iframe>
<p>O TEMPO_CONTÍNUO foi à exposição &#8216;Banco de Tempo&#8217;, no Museu da República, e entrevistou as artistas Isabel Löfgren e Patrícia Gouvêa, convidadas especialmente para intervir neste espaço público.</p>
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		<title>PUSH &#8211; EMPURRANDO OS LIMITES ARTÍSTICOS</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 18:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Expandir horizontes, criar experiências transformadoras, correr riscos, inspirar, inovar: estes são alguns dos princípios básicos do festival Push, que acontece desde 2003 em Vancouver e se destaca por sua programação diversificada &#8211; e por uma curadoria que dialoga com a &#8230; <a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/push-empurrando-os-limites-artisticos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Expandir horizontes, criar experiências transformadoras, correr riscos, inspirar, inovar: estes são alguns dos princípios básicos do festival <strong>Push</strong>, que acontece desde 2003 em Vancouver e se destaca por sua programação diversificada &#8211; e por uma curadoria que dialoga com a proposta do <strong>TEMPO_FESTIVAL das Artes</strong>.</p>
<p>Dois dias após a última edição do <strong>Push</strong>, o TEMPO_CONTÍNUO faz um panorama geral sobre algumas obras que estiveram por lá e merecem ser revistas &#8211; ainda que apenas em palavras.</p>
<p>O espetáculo &#8216;<strong>Amarillo</strong>&#8216;, do <strong>Teatro Linea de Sombra (México)</strong>, foi a primeira atração do festival e leva adiante a abordagem dos &#8220;limites&#8221; ao tratar da fronteira entre México e Estados Unidos, em um texto baseado no poema &#8216;Morte&#8217; de <em>Harold Pinter</em>. Na trama, um imigrante ilegal cruza a fronteira mas jamais chega ao seu destino final em <em>Amarillo</em>, Texas. A performance multimídia do grupo desenha as múltiplas faces e nomes deste &#8220;homem ausente&#8221;, simbolizando os milhares de viajantes desiludidos que tiveram um destino similar. Abaixo, um pequeno clipe da peça, que também fez parte da programação do festival brasiliense <strong>Cena Contemporânea</strong>, em 2011.</p>
<p><object width="560" height="315" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/EOABRnb7eEo?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="560" height="315" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/EOABRnb7eEo?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Outra atração imperdível do festival foi <strong><em>Rabih Mroué</em></strong>, o diretor libanês que apresentou a palestra-performance <strong>The Pixelated Revolution</strong> e o espetáculo <strong>Looking for a missing employee</strong>. Neste último, o desaparecimento de um trabalhador de baixa renda do Ministério das Finanças no Líbano é o ponto de partida para a montagem de um quebra-cabeça performático com documentos, fotos e objetos encontrados &#8211; dialogando diretamente com o trabalho do mexicano <strong>Teatro Linea de Sombra</strong>, tanto na forma quanto no conteúdo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://tempofestival.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Mroue.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4952" title="Mroue" src="http://tempofestival.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Mroue-392x261.jpg" alt="" width="392" height="261" /></a><em></em></p>
<h5 style="text-align: center;">Rabih Mroué: novamente o desaparecimento do homem</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>A escolha destas duas peças confirmou a aposta do Push na costura de linguagens diversas e reinvenção das artes cênicas para um espaço menos restrito que o palco. A confirmação desta premissa esteve também presente em <strong>Eat the street</strong> (<a href="http://eatdastreet.blogspot.com">eatdastreet.blogspot.com</a>), performance criada pelo grupo canadense <strong>Mammalian Diving Reflex</strong>, que levou um grupo de 6 crianças para comer em diversos dos restaurantes mais notáveis da cidade e elaborar críticas gastronômicas honestas e sem censura, durante as três semanas do festival. Para assistir, bastava ao público pagar sua própria refeição e ver de camarote a desenvoltura dos pequenos <em>connoisseurs</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://tempofestival.com.br/wp-content/uploads/2012/02/IMG_0162CT.jpeg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4948" title="IMG_0162CT" src="http://tempofestival.com.br/wp-content/uploads/2012/02/IMG_0162CT-392x261.jpg" alt="" width="392" height="261" /></a> <em></em></p>
<h5 style="text-align: center;">Uma das crianças do projeto Eat the street: crítica pra gente grande</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>As semelhanças com o <strong>TEMPO_FESTIVAL</strong> já ficavam bem claras pela variedade da programação em termos de plataforma artística, mas a seleção do espetáculo <strong>O passado é um animal grotesco</strong>, de<strong> Mariano Pensotti</strong>, confirmou a nossa identificação com o festival canadense &#8211; e pra quem perdeu uma das melhores peças latinas de 2011, temos tudo salvo <a href="http://tempofestival.com.br/?s=pensotti">aqui</a>.</p>
<p>Enquanto nos preparamos para nossos tempos de 2012, continuamos de olho no que rola, sempre pelo blogs <a href="http://tempofestival.com.br/-/instantaneo/">Instantâneo</a>, <a href="http://tempofestival.com.br/-/simultaneo/">Simultâneo</a> e pela <a href="http://tempofestival.com.br/-/tv-tempo/"><strong>TV TEMPO</strong></a>!</p>
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		<title>O PROCESSO HISTÓRICO &#8211; MORTE E VIDA DE SERGIO BRITTO E FERNANDO PEIXOTO</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 06:22:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sérgio Britto]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A experiência individual passa misteriosamente de geração para geração, mesmo quando os filhos pensam desmentir os pais&#8221; &#8211; Décio de Almeida Prado. Daqui a alguns anos, quando os historiadores vindouros se debruçarem sobre a passagem de 2011 para 2012 &#8211; &#8230; <a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/o-processo-historico-morte-e-vida-de-sergio-britto-e-fernando-peixoto/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;A experiência individual passa misteriosamente de geração para geração, mesmo quando os filhos pensam desmentir os pais&#8221; &#8211; Décio de Almeida Prado.</em></p>
<p>Daqui a alguns anos, quando os historiadores vindouros se debruçarem sobre a passagem de 2011 para 2012 &#8211; isto é, a transição da primeira para a segunda década do século XXI -, irão notar que tal passagem se dá com duas perdas essenciais ao Teatro Brasileiro Moderno: as mortes de <strong>Fernando Peixoto</strong> (1937 &#8211; 2012) e <strong>Sérgio Britto</strong> (1923 &#8211; 2011).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://tempofestival.com.br/wp-content/uploads/2012/01/img_145924_notavel-elenco-sauda-o-mestre-fernando-peixoto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4934" title="22 Premio Shell - Fotos: Caio Guimar?esPATRICIA SELONK E FERNANDO PEIXOTO" src="http://tempofestival.com.br/wp-content/uploads/2012/01/img_145924_notavel-elenco-sauda-o-mestre-fernando-peixoto.jpg" alt="" width="400" height="509" /></a><em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Fernando Peixoto, com a atriz Patrícia Selonk, recebendo a  homenagem especial na versão paulista do 22ª Prêmio Shell de Teatro</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Certamente o nome de Britto circula com mais frequência nos veículos midiáticos. Também, não poderia ser diferente. A trajetória de Peixoto, ator e diretor que tem papel fundamental na consolidação e na difusão da produção teatral brasileira por meio de sua participação no <strong>Teatro Oficina</strong> (integrando o elenco de espetáculos históricos como <strong>O Rei da Vela </strong>em 1967; <strong>Galileu Galilei</strong> em 1968; e <strong>Na Selva das Cidades</strong> em 1969) ou no <strong>Teatro Arena</strong> (onde participou de <strong>Arena Conta Zumbi</strong>, de <strong>Gianfrancesco Guarnieri</strong> e <strong>Augusto Boal</strong>, e <strong>Arena Conta Bolívar</strong>, de Boal) se caracteriza por um profundo e verdadeiro engajamento político, com pouquíssimas concessões.</p>
<p><a href="http://tempofestival.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fernando_peixoto_1326740226.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4935" title="fernando_peixoto_1326740226" src="http://tempofestival.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fernando_peixoto_1326740226.jpg" alt="" width="425" height="320" /></a></p>
<p><strong>Iná Camargo da Costa</strong>, autora de &#8220;A hora do teatro épico no Brasil&#8221; ressalta o esforço heróico de Peixoto por preservar a história não oficial do Teatro Brasileiro, por meio de seu trabalho editorial em torno da memória do <strong>CPC</strong> (Centro Popular de Cultura) da UNE, de extrema importância para a divulgação dos procedimentos e conceitos de <strong>Bertold Brecht </strong> no Brasil. Diretor de<strong> Calabar </strong>(1973), uma das produções teatrais mais caras da época e censurada às vésperas de sua estréia, Peixoto não é reconhecido apenas por suas atuações e encenações. É dele, por exemplo, a tradução do livro <em>O Teatro e Sua Realidade</em>, de <strong>Bernard Dort</strong>, e ainda muitos outros textos teóricos e dramatúrgicos essenciais à formação do cenário artístico nacional.</p>
<p>A trajetória de Sérgio Britto, apesar de bem diferente, não é menos importante. Um dos fundadores do histórico <strong>Teatro dos Sete</strong>, o ator, diretor e produtor é responsável pela fundação de outros teatros (como o <strong>Teatro dos Doze</strong>, em 1949, e <strong>Teatro dos Quatro</strong>, em 1996), integrando ainda o elenco das companhias <strong>Teatro do Estudante do Brasil</strong> (TEB), <strong>Teatro Maria Della Costa</strong> (TMDC), <strong>Teatro Arena</strong>, dentre outras. Indubitavelmente, Britto deve ser lembrado por seu espírito empreendedor que se manifesta não apenas nos empreedimentos que cria, mas principalmente nos personagens que interpreta. Ícone de um Teatro Moderno que atualmente já nos parece distante, Britto representa igualmente o Teatro Contemporâneo &#8211; motivando inclusive uma revisão do conceito de &#8220;modernidade&#8221; &#8211; por meio de suas corajosas e impagáveis atuações em espetáculos, como <strong>A última gravação de Krapp</strong> e <strong>Ato sem palavras I</strong> (2008), de <strong>Samuel Beckett</strong>, ou <strong>Quartett</strong> (1986), de <strong>Heiner Müller</strong>.</p>
<p><object width="400" height="210" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7146164&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed width="400" height="210" type="application/x-shockwave-flash" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7146164&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<p><a href="http://vimeo.com/7146164">ATO EM PALAVRAS &#8211; SÉRGIO BRITTO</a> from <a href="http://vimeo.com/celiafreitas">Célia Freitas</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>Os números, evidentes em boa parte dos títulos de seus empreendimentos, confirmam: a trajetória de Britto é, sem sombra dúvida, uma chave de acesso para pensarmos historicamente o desenvolvimento da cena brasileira nas últimas décadas. O mesmo pode ser dito para o percurso de Fernando Peixoto. Se não podemos mais ter o prazer de suas presenças nos palcos brasileiros, resta-nos seu legado que, importante ressaltar, não deve ser subestimado, como ocorreu recentemente com o acervo de Augusto Boal (que, por muito pouco, não ficou sob responsabilidade da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/947344-itau-cultural-quer-repatriar-acervo-de-augusto-boal.shtml" target="_blank">New York University</a>).</p>
<p>Afinal de contas, as mortes de Sergio Britto e Fernando Peixoto representam também a entrada definitiva de seus nomes na História do Teatro Brasileiro. Se a fama foi generosa apenas para alguns, devemos evocar neste momento <strong>Hannah Harendt</strong>, que nos lembra que a fama tem muitas faces, formas e tamanhos. Se a fama póstuma é, por um lado, a variante mais rara e menos desejada, por outro ela é o &#8220;quinhão dos inclassificáveis&#8221;. Definitiva, muito mais para Peixoto que a Britto, a fama póstuma declara a singularidade de ambas as vidas. Que entrem nas cenas da história aqueles que infelizmente deixaram a vida (e, assim, conclui-se do mesmo modo que<strong> Getúlio Vargas</strong>, em sua última frase célebre e certeira).</p>
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		<title>FELIZ TEMPO!</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 15:45:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Neste ano que se inicia, o TEMPO deseja a todos muita serenidade e generosidade para viver e conviver no mundo atual. Nós, profundos conhecedores do TEMPO, podemos dizer: &#8216;O tempo é seu, fique à vontade&#8217;. Então aproveite cada minuto dos &#8230; <a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/feliz-tempo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tempofestival.com.br/wp-content/uploads/2011/12/TEMPO2012.jpg"><img class="size-large wp-image-4911 aligncenter" title="TEMPO2012" src="http://tempofestival.com.br/wp-content/uploads/2011/12/TEMPO2012-392x481.jpg" alt="" width="392" height="481" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste ano que se inicia, o TEMPO deseja a todos muita serenidade e generosidade para viver e conviver no mundo atual. Nós, profundos conhecedores do TEMPO, podemos dizer: &#8216;O tempo é seu, fique à vontade&#8217;. Então aproveite cada minuto dos próximos 366 dias e escolha o tempo que lhe couber!</p>
<p>Feliz Tempo!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A amizade e o suicídio da alegria</title>
		<link>http://tempofestival.com.br/simultaneo/a-amizade-e-o-suicidio-da-alegria/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 19:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Cicero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Simultâneo]]></category>
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		<category><![CDATA[Como Cavalgar um Dragão]]></category>
		<category><![CDATA[Diogo Liberano]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Medeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Inominável]]></category>

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		<description><![CDATA[A ficção da peça Como cavalgar um dragão, dirigida por Diogo Liberano e Flávia Naves, parte da necessidade de um grupo de cinco jovens em entender o suicídio da amiga Letícia. Tal entendimento solicita, ao mesmo tempo, uma partilha psicológica &#8230; <a href="http://tempofestival.com.br/simultaneo/a-amizade-e-o-suicidio-da-alegria/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ficção da peça <strong>Como cavalgar um dragão</strong>, dirigida por <strong>Diogo Liberano</strong> e <strong>Flávia Naves</strong>, parte da necessidade de um grupo de cinco jovens em entender o suicídio da amiga Letícia. Tal entendimento solicita, ao mesmo tempo, uma partilha psicológica e afetiva deles. Psicológica porque se entendem por meio do passado de convívio com a amiga, e afetiva porque se afetam diante desta falta. A vontade de compreensão do episódio se manifesta numa disputa pela herança da jovem, como pelo seu <em>All Star</em> e por outros pertences. Mas o que na verdade se herda são as coisas na medida em que elas se encaminham para o questionamento sobre a imponderabilidade da morte de Letícia.</p>
<p><a href="http://tempofestival.com.br/wp-content/uploads/2011/12/dragão_08_-_foto_de_seblen_mantovani.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4906" title="dragão_08_-_foto_de_seblen_mantovani" src="http://tempofestival.com.br/wp-content/uploads/2011/12/dragão_08_-_foto_de_seblen_mantovani-392x261.jpg" alt="" width="392" height="261" /></a></p>
<p>Em um dado momento, o encontro transforma-se num acerto de contas, em que cada um expressa características de sua relação com a morta, revelando, assim, aspectos e detalhes do último contato com a suicida. O conflito da peça gira delicadamente em torno disso. Mas há o cuidado de mostrar os contrastes de caráter de cada um dos amigos da falecida. Porém, o cuidado em apresentar estes contrastes excede-se por exibir um esforço (principalmente do figurino) de marcar muito o contorno que diferencia cada um deles. Andréia (<strong>Dominique Arantes</strong>) é a jovem perua, vestida com blusa de oncinha e num salto alto, usado com pouca habilidade (que não parece proposital, e sim descuido da composição da atriz), sendo também a namorada de Odilon (<strong>Vitor Peres</strong>), jovem romântico, ponderado e apaixonado por Andréia, vestindo-se num visual mais alternativo de cores pastéis, enquanto Cecília (<strong>Nina Balbi</strong>), jovem meiga e um pouco infantil, usa uma meia-calça azul bem saturada, compondo uma imagem adocicada, contrastando-se com Rita (<strong>Marilia Misalidis</strong>) que está com uma saia longa, formando um visual austero e envelhecido, e, por último, há o jovem Inácio (<strong>Fred Araújo</strong>), o amigo homossexual, de roupa ajustada, sem grande desacordo com o traje de Odilon, apesar de ser bem diferente desse por conta de seu temperamento explosivo (característica construída pelo ator com pouca sutileza, muito exacerbada por seus gritos em cena). <strong>A delicadeza do tema da peça, a finura das metáforas usadas nela, a começar pelo título, solicitaria, a nosso entender, a criação de contrastes feitos com detalhamentos mais suaves entre as figuras e não por meio de um contorno tão expressivo</strong>. Será que há tanta diferença entre uma jovem de 24 anos, Cecília, e uma de 31 anos, Rita? Não é o que se observa no mundo atual. E se tais diferenças existem, poderiam ser mostradas mais internamente sem serem tão externalizadas, a ponto de parecer um estereótipo naturalista. A acentuação dessas diferenças retira de<strong> Como cavalgar o dragão</strong> certa finura no alinhamento das personagens, fazendo com que esses fiquem soltos num quadro (contexto afetivo próprio da ação da peça), uma vez que a construção das figuras diverge do tratamento (suave) dado às questões mais filosóficas trazidas pela obra de Liberano e Naves.</p>
<p>Parece que o melhor caminho a seguir para a interpretação dessa peça é o de pensá-la como um exercício sensível de reflexão sobre a amizade e o suicídio da alegria no mundo contemporâneo. Como um grupo de jovens criados por uma cultura altamente alienável e consumista entende o suicídio de sua amiga Letícia? Para isso torna-se necessário ir em direção ao significado do nome dessa personagem, que vem do latim <em>Laetitia</em>, alegria. O desdobramento desse sentido é uma possibilidade de ganho para peça, já que esta metáfora está ali, delicadamente, inscrita no nome da personagem que se suicidou, construindo uma alegoria para o espetáculo.<strong> O que morre com a amiga é uma parte dessa juventude revestida de alegria, mas de uma alegria altamente alienável, assim como era a existência daquela amiga que pode ter sido esquecida por eles em vida.</strong> Tal ideia se observa na insistente fala de Inácio, quando este imputa responsabilidade aos amigos pela morte de Letícia. Mas a alienação sugerida pela peça ultrapassa o esquecimento da amiga, esse pode, inclusive, ser relativizado, já que os amigos se defendem das acusações de Inácio. A alienação está já no belíssimo prólogo, em que Cecília profere uma lista de coisas, objetos materiais, muito discriminados por marcas, construindo significados, esvaziados pela reificação da própria listagem. Ali, nota-se a agudeza do texto, sua sensibilidade de mapear uma geração de consumidores diante do espanto do suicídio, que se não é político como um suicídio altamente consciente de sua força política, torna-se político porque está tomado pela esquizofrenia que se tornou o capitalismo atual, pelo excesso receptivo de jovens aprendizes do consumo, descrentes das ideologias, mas imersos à prática do consumo autoral. O interessante da metáfora do suicídio da alegria é que ela está na peça quase de modo inconsciente, destacada por meio de uma poesia fina, sem didatismo de explicação vocabular, como um ato falho poético, exigindo atenção e sensibilidade de quem assiste.</p>
<p>Outro aspecto que subjaz ao tema da peça refere-se ao sentido de político em Como cavalgar o dragão. Deve-se acrescentar aí um prefixo, trata-se de uma micropolítica, isto é, de como num pequeno espaço de coisas (a casa de Letícia e os seus pertences) se constrói uma partilha entre amigos após uma morte procurada, o suicídio. A morte encontrada por Letícia e a tentativa de entendimento dos seus amigos acerca de seu fim não estão amparadas em nenhuma ideologia política. Não parece que Letícia se suicidou, conscientemente, por conta do aquecimento global ou do imperialismo norte-americano. Nem tampouco seus amigos percebem em seu gesto um conteúdo semelhante. É a própria Letícia essa natureza aquecida que explode e se esvai. Volto à ideia de que ela é a alegria do consumo desenfreado. Não seria essa alegria alienável a responsável pelo aquecimento da camada de ozônio? Talvez o seu suicídio só seja explicável por questões químicas e neurológicas, e não por meio de um conteúdo metafísico-ideológico. <strong>Para Giorgio Agamben, ela é, certamente, vida nua. Letícia está nessa encruzilhada entre a falta de sentido da linguagem e o corpo como cadáver. Este é o destino dessa jovem.</strong> E ele repercute no estado alienado dos cinco amigos. O que vem à tona é o suicídio como aproximável à loucura. O conflito da peça se arma seguindo esse mote, construindo esse nó. Há, sobretudo, a necessidade de lutar e de moralizar em torno do que não tem sentido. Em Como cavalgar o dragão, segue-se ainda a necessidade de movimentar o drama. O nome da peça explicita a metáfora do conflito, da luta. Eis um belo drama contemporâneo, uma peça que não se pretende pós-dramática, visto que ainda está apoiada a premissas dialógicas, na busca da decisão e do conflito, inteiramente ligada a uma fábula moral. Mas a moral que se investiga é a de compreender o convívio de um grupo quando um membro deste desaparece. Como se numa coleção uma peça sumisse, e, portanto, fosse necessário, imediatamente, renomear o conjunto a fim de seguir a lógica de sua existência. Não se trata da moral do senso-comum e nem do bom senso. É uma investigação filosófica sobre a perda. Como cavalgar um dragão quer chegar à dimensão ética da linguagem, naquele momento em que a falta desestabiliza o todo, e surge a necessidade de recriar o sentido, a fim de que o jogo e a vida continuem em sua significação arriscada.</p>
<p>Deve-se ressaltar que o cenário nu de <strong>Rafael Medeiros</strong> contribui para as sutilezas presentes no texto. Principalmente no que se refere ao aspecto micropolítico ressaltado, pois cria uma oclusão espacial que é rompida num determinado momento da ação da peça, ampliando a fragilidade espacial da casa que só existe como espaço ficcional. No todo do espetáculo, a atuação dos atores se mostrou ansiosa. Dotada de uma ansiedade que não se justifica e não ilumina a qualidade do texto. Há muita informação nos figurinos, apesar deles serem cotidianos. Os intérpretes devem trabalhar mais as pausas e a contracenação com o intuito de mostrar cuidadosamente a delicadeza do mote ficcional do texto. <strong>Vitor Peres</strong>, <strong>Nina Balbi</strong> e <strong>Marilia Misalidis</strong> estão mais próximos dessa investigação. As marcas são boas, fazem bom uso do espaço, criando uma movimentação simples e ao mesmo tempo satisfatória, pois constroem a atmosfera de reunião de amigos, utilizando-se bem dos planos. A realização cuidadosa da encenação é de extrema importância, pois é a partir dela que o conteúdo do texto apresentará a bela e sutil poesia contida em <strong>Como cavalgar o dragão</strong>.</p>
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		<title>LES APOSTROPHÉS</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:09:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O grupo francês Les Apostrophés veio ao Rio de Janeiro através da gestão cultural da Aliança Francesa e com apoio do TEMPO_FESTIVAL, para apresentar o trabalho &#8216;Cabaret Désemboité&#8217;, nas ruas do centro do Rio. A TV TEMPO aproveitou para entrevistar &#8230; <a href="http://tempofestival.com.br/tv-tempo/les-apostrophes/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<iframe src='http://player.vimeo.com/video/33676850?title=1&amp;byline=1&amp;portrait=1' width='593' height='336' frameborder='0'></iframe>
<p>O grupo francês Les Apostrophés veio ao Rio de Janeiro através da gestão cultural da Aliança Francesa e com apoio do TEMPO_FESTIVAL, para apresentar o trabalho &#8216;Cabaret Désemboité&#8217;, nas ruas do centro do Rio. A TV TEMPO aproveitou para entrevistar o diretor da companhia, Martin Schwietzke e o delegado geral da Aliança no Brasil, Yann Lorvo. Aperte o play!</p>
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		<title>CONEXÃO FRANÇA: &#8220;LES APOSTROPHÉS&#8221; NO CENTRO DO RIO</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 20:35:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O mês de dezembro começou com pé direito. Na última quinta-feira, quem esteve pela Maré pôde presenciar a performance &#8220;Cabaret Desemboité&#8221; do grupo francês Les Apostrophés, formado por Martin Schwietzke (que também assina a direção), Jörg Müller, Jive Faury, Vincent &#8230; <a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/conexao-franca-les-apostrophes-no-centro-do-rio/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mês de dezembro começou com pé direito. Na última quinta-feira, quem esteve pela Maré pôde presenciar a performance &#8220;Cabaret Desemboité&#8221; do grupo francês <strong>Les Apostrophés</strong>, formado por <strong>Martin Schwietzke</strong> (que também assina a direção), <strong>Jörg Müller</strong>, <strong>Jive Faury</strong>, <strong>Vincent Lorimy</strong> e <strong>Marcel Dreux</strong>.<br />
<a href="http://tempofestival.com.br/wp-content/uploads/2011/12/les-apostrophés_002.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4883" title="les-apostrophés_002" src="http://tempofestival.com.br/wp-content/uploads/2011/12/les-apostrophés_002-392x261.jpg" alt="" width="392" height="261" /></a><br />
O processo de criação da performance é curioso: a obra é um <em>revival</em> do espetáculo &#8220;Passage Desemboité&#8221;, realizado em salas de teatro e que rodou o mundo por três anos, incluindo aí diversos lugares da Europa, do Oriente Médio e da América Latina. Os brasileiros, portanto, já conhecem o trabalho de Martin Schwietzke e companhia.</p>
<p><object width="420" height="315" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/neumSkXOdS8?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="420" height="315" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/neumSkXOdS8?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Em &#8220;Cabaret Desemboité&#8221;, os atores saem às ruas em uma interferência urbana que embaça as fronteiras entre palco e platéia. Partindo de situações cotidianas &#8211; como acender um cigarro, comprar um pão, varrer o chão ou até mesmo andar pela rua &#8211; o grupo cria um jogo coreográfico recheado de humor, oferecendo ao público abordagens inusitadas do dia-a-dia. O registro clown é uma referência marcante nas performances dos artistas, observado explicitamente na gestualidade praticada pelo grupo que, em muitos momentos, nos fazem lembrar de grandes trupes de comédia, como os clássicos do <strong>Monty Python</strong>.</p>
<p>Neste sábado é a vez do grupo se apresentar na <strong>Rua do Lavradio</strong>, no centro. Todas as informações necessárias para se chegar lá encontram-se no <em>flyer</em> abaixo. O <strong>TEMPO_FESTIVAL</strong> recomenda, tendo certeza absoluta de que &#8220;Passage Desemboité&#8221; fará o seu final de semana mais alegre!</p>
<p><a href="http://tempofestival.com.br/wp-content/uploads/2011/12/apostrophe.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4884" title="apostrophe" src="http://tempofestival.com.br/wp-content/uploads/2011/12/apostrophe-392x277.jpg" alt="" width="392" height="277" /></a></p>
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		<title>RECORTE FRANCÊS NO FESTIVAL: FACES DO INTERCÂMBIO</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 18:47:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A Lei do Caminhante]]></category>
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		<category><![CDATA[Nicolas Bouchaud]]></category>
		<category><![CDATA[Padox]]></category>
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		<description><![CDATA[O TEMPO_FESTIVAL, em 2011, trouxe ao Rio de Janeiro uma safra especial de artistas franceses responsáveis pela fértil produção artística em seu país. A conexão Brasil-França é, deste modo, fortalecida por meio de diversas modalidades de intercâmbio criativo entre público, &#8230; <a href="http://tempofestival.com.br/instantaneo/recorte-frances-no-festival/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>TEMPO_FESTIVAL</strong>, em 2011, trouxe ao Rio de Janeiro uma safra especial de artistas franceses responsáveis pela fértil produção artística em seu país. A conexão Brasil-França é, deste modo, fortalecida por meio de diversas modalidades de intercâmbio criativo entre público, realizadores e produtores. </p>
<p>O melhor exemplo deste intercâmbio é, sem dúvida, a residência intrenacional de <strong>Bruno Bayen </strong>no Rio de Janeiro. Durante 3 semanas, o dramaturgo e diretor se aproximou do universo de <strong>Clarice Lispector</strong>, que será o ponto de partida para o seu novo espetáculo. Por aqui, Bayen conversou conosco, além de ter participado de uma mesa-redonda sobre a escritora, que pode ser conferida abaixo:</p>
<p><object width="530" height="398"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=28875585&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=000000&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=28875585&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=000000&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="530" height="398"></embed></object></p>
<p><strong>Nicolas Bouchaud </strong>, um dos atores mais destacados do panorama teatral atual, trouxe para o <strong>2° TEMPO_FESTIVAL</strong> o diálogo entre Teatro e Cinema. O espetáculo &#8220;<strong>A Lei do caminhante</strong>&#8221; (&#8220;La Loi du Marcheur&#8221;), apresentado no Oi Futuro Flamengo, tem por base um documentário sobre a vida e a obra de uma dos mais importantes críticos de cinema, o francês <strong>Serge Daney</strong>. Na peça, Bouchaud retoma algumas passagens importantes da vida do crítico, como ele explica na entrevista:</p>
<p><object width="400" height="300"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=29079640&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=000000&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=29079640&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=000000&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="300"></embed></object></p>
<p>&#8220;<strong>PADOX na cidade</strong>&#8220;, intervenção urbana que a <strong>Compagnie Houdart-Heuclin</strong> levou ao <strong>Complexo do Alemão</strong>, deu o que falar. Partindo de uma oficina no Morro do Adeus com moradores, os artistas realizaram a performance que mobilizou crianças e adultos em um final de semana impecável no novo ponto turístico do Rio de Janeiro. O intercâmbio, neste caso, foi duplo: tanto entre membros da comunidade e realizadores, como também entre o ambiente público e o privado.</p>
<p><object width="530" height="298"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=29147524&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=000000&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=29147524&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=000000&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="530" height="298"></embed></object></p>
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		<title>2º TEMPO 2011: PATOS FÊMEAS</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 00:03:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Encerrando o 2º TEMPO 2011, a leitura Patos Fêmeas ocorreu no Oi Futuro Flamengo, onde nós entrevsitamos a dramaturga Beatriz Catani, responsável pelo texto que foi lido por Luis Melo e Vera Holtz com direção de Guilherme Leme]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<iframe src='http://player.vimeo.com/video/30562066?title=1&amp;byline=1&amp;portrait=1' width='593' height='445' frameborder='0'></iframe>
<p>Encerrando o 2º TEMPO 2011, a leitura Patos Fêmeas ocorreu no Oi Futuro Flamengo, onde nós entrevsitamos a dramaturga Beatriz Catani, responsável pelo texto que foi lido por Luis Melo e Vera Holtz com direção de Guilherme Leme</p>
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		<title>2° TEMPO 2011: FINAL DE PARTIDA</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 18:03:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[À todos que tornaram possível o TEMPO_FESTIVAL das Artes, a nossa mais profunda gratidão. Vemo-nos em 2012 e, no TEMPO_CONTÍNUO, o ano todo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<iframe src='http://player.vimeo.com/video/29357204?title=1&amp;byline=1&amp;portrait=1' width='593' height='336' frameborder='0'></iframe>
<p>À todos que tornaram possível o TEMPO_FESTIVAL das Artes, a nossa mais profunda gratidão. Vemo-nos em 2012 e, no TEMPO_CONTÍNUO, o ano todo.</p>
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